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As boas do fim de semana no Rio de Janeiro: 12.07

As boas do fim de semana no Rio de Janeiro: 12.07

Data

11 de July, 2019

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Light Art Rio

E fez-se luz. Três andares do Oi Futuro abrigam a exposição, a primeira de light art da cidade. Se não ficou claro, a gente ilumina: aqui, a luz é a principal força de criação das obras apresentadas, como esculturas e instalações. A ideia é que o visitante descubra diversas formas sensoriais e espaciais a partir desse elemento. Os trabalhos exploram temáticas de cor, tempo, luz artificial, projeção e tecnologia em ambientes imersivos e experimentais. Estamos curiosos. Quem curtiu prestenção que a coisa é veloz mesmo: começou no dia 7 e vai embora dia 28.

Light Art Rio. De terça a domingo, das 11h às 20h. Em cartaz até 28.07. Gratuito.
Oi Futuro. Rua Dois de Dezembro, 63 – Flamengo.

Duas exposições na Anita Schwartz Galeria

“O buscador”,  obra de Bruno Vilela

Desde quarta-feira (10), a Anita Schwartz Galeria abriga duas exposições com artistas brasileiros contemporâneos. Em “Shiva”, o pernambucano Bruno Vilela mostra uma grande instalação composta por obras inéditas produzidas a partir de sua viagem à Índia, no início do ano, onde percorreu dezenas de templos e santuários em onze cidades, durante 40 dias, fazendo uma imersão na religião e na cultura daquele país. Já o capixaba Paulo Vivacqua traz trabalhos inéditos. “Barbapapa” é  um aprofundamento de sua recente pesquisa sobre sons e linguagens pré-verbais, com instalações e desenhos.

“Shiva” + “Barbapapa”. De segunda a sexta-feira, das 10h às 20h. Sábado, das 12h às 18h. Gratuito.
Anita Schwartz Galeria de Arte. Rua José Roberto Macedo Soares, 30 – Gávea.

Peraí, que tem mais

O Museu do Samba recebe Negras em Ação, evento com palestras e roda de conversas com mulheres negras que se destacam em atividades, ações e posicionamentos de luta constante pela igualdade. Elas vão se reunir para apresentar questões e sugestões para melhoria de vida de toda sociedade. Além disso, haverá espaço afro-empreendedor e gastronômico no local. Para encerrar,  apresentação do Grupo Moça Prosa, com Dayse do Banjo como convidada.

Negras em Ação. Sábado, a partir das 9h. 
Museu do Samba. Rua Visconde de Niterói, 1.296 – Mangueira.

[Para escapar: Flip]

O evento literário mais importante do país está rolando desde quarta-feira (10). A Flip – Festa Literária Internacional de Paraty se desdobra em cinco dias de debates com uma programação riquíssima. Um convite à palavra falada, escrita, ouvida e encantada. Destacamos aqui duas mesas que devem atrair a atenção do público, ambas na sexta-feira (12.07) mas que não pertencem à programação principal. “Sobre Lutas e Lágrimas: Uma Biografia Local” conta com a presença de Mário Magalhães, autor de “Maringhella”, e de Mônica Benício, viúva de Marielle Franco. Às 18h30, na Casa Libre & Santa Rita da Cássia. Já Glenn Greenwald é o principal nome da mesa “Os Desafios do Jornalismo em Tempos de Lava Jato”. Alceu Castilho, Gregorio Duvivier e Sergio Amadeu também participam do encontro, que rola às 19h no Barco Flipei – Festa Literária Pirata das Editoras Independentes. Não faltam papos alternativos por lá. Euclides da Cunha, autor de “Os sertões”, é o homenageado da 17ª edição. Já escaparam?

Flip. Confira a programação completa aqui

Save the Date

Flip::Flup no Museu de Arte do Rio

O Museu de Arte do Rio (MAR) recebe o Flip :: Flup

Flip lá, Flup aqui. Um dia após o encerramento oficial da festa em Paraty, o MAR abre as portas para esticar as ondas do pensamento valente da Festa Literária das Periferias. O evento mesmo só ocorre em outubro, mas a segunda-feira (15) realça a típica voltagem dos encontros. De cara, salta os olhos a terceira mesa do dia, “Diversidade é uma palavra feminina”, que acorre nos pilotis, das 16h30 às 18h. Grace PassôNina GeorgeJoelle Taylor conversam sobre as minúcias e complexidades  do feminismo. A mediação é de Izabela Pucu. A programação é bem maior.

Flip :: Flup no Mar. A programação completa está na página do evento no Facebook.

Data

11 de July, 2019

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Filipe Isensee e Gustavo Cunha

Filipe nasceu em Salvador, mudou-se aos 9 anos para Belo Horizonte e, aos vinte e poucos, decidiu encarar o Rio de Janeiro. Há quatro anos conheceu Gustavo, cria da capital fluminense. Jornalistas culturais, gostam de receber amigos em casa e ir ao cinema. Cada vez mais são adeptos de programas ao ar livre - sempre que podem, incluem no passeio Chaplin, esperto vira-lata adotado há um ano.

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    Vivemos em um mundo de opções pasteurizadas, de dualidades. O preto e o branco, o bom e o mau. Não importa se é no avião, ou na Times Square, ou o bar que você vai todo sábado. Queremos ir além. Procuramos tudo o que está no meio. Todos os cinzas. O que você conhece e eu não, e vice-versa. Entre o seu mundo e o meu.