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Que tal ir no Lollapalooza em Chicago?

Quem escreveu

Dani Valentin

Data

24 de March, 2015

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Nesse final de semana, dia 28 e 29, acontece o Lollapalooza Brasil em São Paulo. O festival veio para o país em 2012, quando trouxe gente como Foo Fighters, Joan Jett e TV on the Radio e continua por aí firme e forte todos esses anos. Esse ano é a vez de Jack White, Interpol e Kasabian fazerem as pessoas balançarem o esqueleto. Mas e o americano, como é? Na verdade, é muito fácil ir para o Lollapalooza em Chicago. E, em relação a ingressos e hospedagem, o preço não fica muito diferente do que pagamos por aqui. A diferença é que o festival lá é muito maior, não só pela quantidade de dias, mas de atrações por dia. Tudo começa ao meio dia, são vários palcos – para se ter idéia, o tempo para ir de um palco principal ao outro andando é de quase meia hora – isso sem muvuca.

Eu já tive duas experiências bem diferentes no festival: uma em 2008, quando tocou Radiohead, Nine Inch Nails e Rage Against The Machine – dessa vez eu fui por conta própria, ficamos em um lugar bem afastado e por isso alugamos um carro; e a segunda em 2012, quando teve Black Keys, Jack White e At the Drive in, quando eu comprei o pacote de viagem já direto do site.

Comprando ingresso

 

Foto por https://www.flickr.com/photos/fuzzy
Foto por https://www.flickr.com/photos/fuzzy

O ingresso é muito simples arrumar: compre diretamente do site. Como todo festival, ele é vendido em lotes, quanto mais cedo você comprar, mais barato ele vai ser. Mas não precisa se apavorar: diferente do Glastonbbury, os ingressos não costumam esgotar em pouco tempo. Vale a pena esperar o lineup sair, se você vai pelo festival mesmo. Existem alguns tipos de ingressos, mas os dois importantes para nós são: a entrada para o festival e o pacote de viagem, que além da entrada, te dá direito a hotel e alguns brindes, como poster e camiseta.

Hospedagem

Como falei no item anterior, um dos ingressos que você pode comprar para o festival é o Pacote de Viagem, que inclui também hotel. Para mim, essa é a melhor opção para quem não quer dor de cabeça. Os hoteis oferecidos no pacote são normalmente muito bons, dá para ir andando para o parque e os preços são justos considerando a qualidade das acomodações. Se você preferir ainda procurar um hotel por conta própria, as minhas dicas são:

  • Corra! Ao contrário dos ingressos, fica muito difícil achar algo bom e barato por aquele pedaço na época do festival. Assim que tiver certeza que vai no festival, já vá atrás de lugar para ficar.
  • Tente ficar em algum lugar próximo ao parque e que dê para andar até o hotel. Mesmo se alugar um carro, você vai sair do festival quebrado, provavelmente querendo só sua cama. Vale a pena pagar um pouco a mais por essa “mordomia”, você vai aproveitar muito mais o Lolla dessa maneira.

O site do festival te dá a opção de reservar um hotel por lá também, indicando preços, ofertas e localização. Mesmo se não for reservar por lá, vale a pena dar uma olhada para saber das opções.

Festas extras

Foto por https://www.flickr.com/photos/swimfinfan/
Foto por https://www.flickr.com/photos/swimfinfan/

Assim como acontece em São Paulo, várias bandas que tocam no Lollapalooza acabam tocando em lugares menores pela cidade na época do festival. Porém conseguir um desses ingressos é tarefa quase impossível para tristeza nossa. No ano passado foram 45 after shows e after parties, sempre com as bandas menores, não as headliners. O negócio é ficar atento e comprar esses o quanto antes, porque eles esgotam bem rápido. Para saber mais informações sobre essas festas, basta checar no próprio site do Lolla ou acompanhe a Timeout Chicago.

O que fazer em Chicago quando não estiver no festival

Chicago é uma das cidades mais bonitas e interessantes nos Estados Unidos e, se você está indo para o festival, não deixe de guardar uns 3 dias só para passear por lá. É a terceira maior cidade do país, só atrás de Nova York e Los Angeles, e bem conhecida pela música e culinária – hoje a cidade tem alguns dos melhores chefs dos EUA. Ou seja, tem bastante coisa para ver e conhecer.

Theresa Scarbrough / Shutterstock.com
Theresa Scarbrough / Shutterstock.com

De pontos turísticos daqueles que você tem que ir pelo menos uma vez, temos o “feijãozão” Cloud Gate. Presente em todas as fotos de quem vai para Chicago, a escultura foi feita pelo Anish Kapoor e fica no Millenium Park, que é beeem perto do Grant Park onde acontece o Lolla e dá para ir andando. Outro marco na cidade é a Willis Tower, mais comumente chamada de Sears Tower. Com 108 andares, se tornou o prédio mais alto do mundo em 1973, o mais legal do prédio é pisar no chão transparente e ver toda a cidade abaixo dos seus pés.

Wicker Park - Foto de https://www.flickr.com/photos/dhilowitz
Wicker Park – Foto de https://www.flickr.com/photos/dhilowitz

Para compras, vá para a área do Wicker Park/Bucktown. O lugar é próximo ao loop, região comercial central da cidade, e por causa dos preços baixos nos anos 90, muitos artistas mudaram para a área. Por isso, espere encontrar várias boutiques bacanas, marcas indies e lojas vintages convivendo lado a lado com grandes marcas.

Na comida, não deixe de experimentar primeiramente a famosa deep fried pizza. Dizem que a melhor é a do Burt’s Place, mas o legal é que rola até tour de pizza para você experimentar várias – e não somente do tipo deep fried, mas também a stuffed e a pan pizza – e tirar uma conclusão própria. E neste post aqui, eles listam 20 opções se você quiser testar sozinho.

Reprodução Momotaro
Reprodução Momotaro

Mas não é só de pizza que sobrevive a gastronomia local. Para um brunch, vá ao Lula Café. Hamburguer, o local é o DMK Burger Bar, e para italiano, vá ao Formento’s. Churrasco é no Smoque BBQ, sushi e japonês no Momotaro e comida americana no Longman & Eagle.

No final, não deixe de visitar as cervejarias locais: Lagunitas, Revolution e Goose Island.

Se interessou? Os ingressos começaram a ser vendidos hoje.

* Foto de Capa: https://www.flickr.com/photos/swimfinfan

Quem escreveu

Dani Valentin

Data

24 de March, 2015

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Dani Valentin

A Dani gasta todo o seu dinheiro com viagens. Um de seus maiores orgulhos é dizer que já pisou em cinco continentes. É do tipo sem frescura, que prefere localização a luxo e não se importa de compartilhar o banheiro de vez em quando. Adora aprender palavras no idioma do país que vai visitar e não tem vergonha de bancar a turista.

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    Vivemos em um mundo de opções pasteurizadas, de dualidades. O preto e o branco, o bom e o mau. Não importa se é no avião, ou na Times Square, ou o bar que você vai todo sábado. Queremos ir além. Procuramos tudo o que está no meio. Todos os cinzas. O que você conhece e eu não, e vice-versa. Entre o seu mundo e o meu.