Viagem

Para manter-se conectado nas viagens

Data

31 de October, 2013

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Senão for uma das três primeiras coisas que você faz ao chegar no seu destino final, é uma das 5 primeiras: conectar-se! Seja para manter contato com amigos e família, seja para dar check-in em lugares memoráveis ou para aquela “instagramada” básica, estar online durante as viagens é essencial e definitivamente útil. Pedir um táxi, verificar as linhas do metrô, horários de ônibus, localização, restaurantes, cinemas, hotéis, museus e muito mais. Tudo fácil, na palma da mão. Pensando nisso, resolvi fazer um post pseudo-esclarecedor sobre como proceder para comprar um chip de celular em algumas cidades e países do mundo. Afinal, ninguém quer ficar pagando fortunas de roaming internacional e pacotes de conexão à internet de operadoras brasileiras que mal funcionam aqui, quiçá em outro país. E para isso, conto com a colaboração dos membros deste blog.  Lembre-se, são apenas dicas baseadas nas experiências de cada um com a conectividade na gringa. No final das contas, quem escolhe é você.

Começando pela Suécia, onde a conexão 3G foi a melhor que eu já utilizei na vida. Seja na cidade ou no campo, a banda funciona muito bem. Optei pela Telia, que era a loja mais próxima de onde estava hospedado. O chip custou 230 coroas suecas (R$ 76,00), dava direito à 20 mensagens de texto e 4GB de download, mas para o serviço de voz era necessário fazer uma recarga de créditos, que eu obviamente optei em não fazer. A qualidade do sinal da Telia foi ótima ao meu ver. Passei a viagem toda de trem entre Gotemburgo e Estocolmo navegando e postando fotos numa boa.

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Na Alemanha a coisa toda funciona de uma maneira muito prática. Pela bagatela de 5 euros (R$ 15,00), adquirimos um chip da O2 que sem créditos, mas que na promoção vigente a primeira semana era de navegação grátis. Ou seja, paguei só o chip e tive internet ilimitada. Mas não se iluda com isso! Na Alemanha, a política de download e pirataria é bem diferente e severa. É proibido fazer downloads de certos tipos de arquivos, principalmente os de origem pirata. Quanto a conectividade e estabilidade de sinal, não tenho absolutamente nada a reclamar da O2. Do túnel do metrô até os entornos de Berlim, a conexão sempre funcionou muito bem. Para quem quiser uma opção mais barata, se houver, vale procurar pela 3.

Segundo o Renato, na Itália há 3 operadoras, TIM, Vodaphone e Wind. Ele escolheu a Wind por ter melhor custo-benefício para o tempo que ele permaneceu lá. Pagou 10 euros pelo chip e mais um plano de 10 euros de crédito, num total de 20 euros (R$ 60,00). Esse plano dava 3G livre por 3 meses, como o propósito era ter conexão à internet, valeu muito a pena, segundo ele. Além disso, o sinal era ótimo, mas demora algumas horas para habilitar, e ele ainda teve que voltar para loja para reconfigurar o telefone, que só daí funcionou normalmente. Agora, convenhamos, não seria Itália senão tivesse uma confusãozinha, né?!

Quanto aos EUA, mais especificamente Miami, o Renato foi na AT&T, fez o cadastro na hora, pagou 10 dólares (R$ 22,00) e saiu com o telefone funcionando. O plano escolhido dava direito à alguns créditos que eram debitados por dia, ou seja, na primeira ligação ele descontava um valor X e você tinha 24hs para usar livremente. Os créditos  já vinham com o chip, e deram para uns 5 dias, mas como o foco era conexão 3G, para ele estava tudo bem, pois o plano dava direito a conexão ilimitada por um mês e já saia da loja com tudo funcionando direitinho. A Lalai foi de T-Mobile em NY, onde você pode comprar um valor em créditos e tem um período, que pode ser de até 1 ano, para usá-lo. Para quem for ficar mais de uma semana nos EUA, o ideal é comprar o plano 2,5GB por 30 dólares (R$ 66,00) com período de 30 dias.

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Na Turquia, a Lalai vivenciou uma experiência no mínimo inusitada para conseguir se conectar. Como não encontrou nenhuma loja perto de onde estava hospedada, acabou parando numa lojinha dessas que vendem tudo e tem apenas uma portinha, tipo esses ‘ching-lings’ tão conhecidos por aqui. Lá comprou 2 chips, que foram cortados com um grampeador, cada uma de uma operadora diferente, já adquiridos anteriormente em nome de outras pessoas. Pagou por volta de 35 liras turcas (R$ 42,00) + 10 liras pelo sim card (R$12), que durou a viagem toda (10 dias) funcionando relativamente bem. Ainda assim, não é provavelmente o melhor jeito. No aeroporto Ataturk é possível ir a uma das 3 operadoras disponíveis:  Turkcell, Avea ou Vodafone, com pacotes para um mês com 1GB de dados custando em média 30 liras (R$36,00).

A França já foi um dos países mais difíceis para adquirir plano pré-pago, mas agora é só encarar a fila das operadoras. Eles possuem 3: a Orange, SFR e Bouyges Télécom. A SFR é a que tem melhor preço, mas Lalai já testou as 3 e não teve problemas de conexão com nenhuma delas.

E pra finalizar, a Dani conta que na Austrália a coisa é super simples. Quando esteve por lá, eu comprou um chip pré-pago na Whoolsworth – sim, aquela rede de supermercados! Segundo ela havia uma promoção e esse era o mais barato. Pagou 29 dólares australianos (R$ 62,00), com 5 GB de internet e mais ligações locais. Conexão super decente e segundo a Dani, a melhor parte era poder comprar um chip e recarregá-lo em uma simples ida ao mercado.

Bom, esse post é uma pitada sobre o assunto. Logo mais vai sair um Do’s & Dont’s super completinho sobre o assunto, com todas as artimanhas para manter-se conectado ao viajar. Aguarde e confie!

Foto do destaque: Shutterstock – TravnikovStudio

Data

31 de October, 2013

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