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Setembro sem carne - Vol. 3

Quem escreveu

Jo Machado

Data

16 de September, 2019

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Passaram-se duas semanas. E diferente de quando você para de fumar ou de beber, a carne deixou de ser assunto. Nem conto mais os dias. Parece que ficou automático.

Confesso que quando programo minhas refeições, sinto lá no fundo da mente uma idéia de ausência de criatividade. Tênue, mas sinto. Mas acho que faz parte!

Bom, já rolaram por aqui bastantes dicas e informações sobre como dá para viver se carne numa boa. No volume 1 e no volume 2 do setembro sem carne, na minha newsletter sobre o assunto e também lá no Instagram do @sp24hrs tem bastante coisa. E hoje não vai ser diferente: ao final deste post, vai ter diquinhas de novo. Uhul!

Sanduíche com mussarela vegana

Pois é, um dos assuntos dentro do vegetarianismo, ou melhor, do veganismo, que mais me deixa em cima do muro é a questão do “emular” pratos com carne na versão vegana.

Já tive discussões bem interessantes sobre isso com muitos carnívoros e também com veganos. Uns acham essencial para a transição psicológica; outros, que isso é uma grande bobagem para disfarçar a vontade.

Concordo com os dois! Mas de fato, há uma discussão mundial séria sobre esse assunto na questão comercial. Na Europa, por exemplo, a União Européia quer que empresas veganas parem de usar termos que imitem produtos como leite, carne ou salsicha. A chamada Alteração 41 – que deve ser votada neste mês – tem deixado os ânimos exaltados por lá, onde ativistas veganos defendem que esses termos ajudariam empresas que fabricam produtos “emulados”, uma vez que a demanda por uma alimentação sem carne e/ou sofrimento animal tem ganhado espaço considerável no planeta.

Leite de amêndoas – Foto: rawpixel.com – Pexels

Já nos EUA, a coisa caminha mais para uma posição a favor dos produtos veganos. Em 2017, um processo contra a Blue Diamond Growers foi arquivado por juízes da Califórnia, que se posicionaram contra o argumento de que os consumidores se confundiriam com o termo “leite” usado na embalagem.

Aqui no Brasil, não há regulamentação em relação aos termos utilizados. Por hora, pode-se comprar hambúrguer sem carne alguma e ainda chamá-lo de hambúrguer.

E já que estamos falando de versões, que tal experimentarmos diferentes versões de pratos originalmente com carne em suas versões vegano/vegetariana?

Eis cinco releituras de delícias conhecidas da mesa brasileira você precisa provar aqui em São Paulo!

Hambúrguer do Souk Burger

Eu sei, existem diversos outros burgers vegetarianos deliciosos pela cidade, mas o burger de falafel do Souk é meu xodózinho. Mesmo quando eu comia carne!

Strogonoff do Nambu

É quase uma unanimidade entre a turma aqui do CoP. Todos que já provaram, são fãs.

Not Pork do Rueda

Já disse isso lá no post do “Onde os chefes comem” e vou repetir: eu amo a salsicha do Rueda. Com todo o respeito, Janaína. Comer um Not Pork foi uma das melhores surpresas gastronômicas da minha vida. Um hot dog de salsicha vegetariana, feita na casa, defumadinha e que dá um baile em muita salsicha de “qualidade” que tem no supermercado.

Coxinha de jaca do Hareburger

Embora o rolê seja meio fast food, a coxinha dos caras é sensacional. E o molhinho de frutas que acompanha, é de alta “catiguria”. Mas faz um tempinho que não como por lá, espero que não tenha mudado.

Rodízio de “Sushi vegano” do Sushimar

Nem carne, nem frango, nem porco e nem peixe. Sem carne é sem carne! Então pra não sofrer com vontade de um japa, o rodízio vegano do Sushimar Vegano é da hora. Tem gente que acha o preço salgado, mas levando em consideração o que você gastaria num rodízio com peixe de verdade, não muda muito. É muuuuuuito gostoso e vale os 65 taokeys se for no almoço ou os 76 taokeys no jantar.

Foto destaque: Elina Sazonova – Pexels

Quem escreveu

Jo Machado

Data

16 de September, 2019

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Jo Machado

O Jo é do tipo que separa pelo menos 30% do tempo das viagens para fazer o turista japonês, com câmera no pescoço e monumentos lotados. Fascinado pelas diferenças culturais, fotografa tudo que vê pela frente, e leva quem estiver junto nas suas experiências. Suas maiores memórias dos lugares são através da culinária, em especial a comidinha despretensiosa de rua. Seu lema de viagem? Leve bons sapatos, para agüentar longas caminhadas e faça uma boa mixtape para ouvir enquanto desbrava novos lugares. Nada é melhor do que associar lindas memórias à boas canções.

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    Vivemos em um mundo de opções pasteurizadas, de dualidades. O preto e o branco, o bom e o mau. Não importa se é no avião, ou na Times Square, ou o bar que você vai todo sábado. Queremos ir além. Procuramos tudo o que está no meio. Todos os cinzas. O que você conhece e eu não, e vice-versa. Entre o seu mundo e o meu.