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Volta ao mundo em 10 chocolates

Data

21 de January, 2015

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Os melhores chocolates do mundo não são populares, não fazem propaganda e não buscam publicidade. Não são baratos nem produzidos em massa e 99,9% passa longe das prateleiras de supermercado. São processados vagarosamente ao invés de derretidos. Vendem por serem feitos com amor mas não são feitos com amor porque vendem.  Assim como tudo que é verdadeiro.

Para você que começou o ano cortando carbs, açúcar, álcool e carne vermelha (ou não!) fizemos essa lista cheia de anti-oxidantes que, se utilizada com moderação, vai acelerar o metabolismo e colocar um sorrisão no rosto. Selecionamos dez chocolates semi e artesanais, que farão você viajar o mundo a cada mordida. A seleção foi feita a partir do sabor, arrebatamento, responsabilidade ambiental e apresentação dos produto.
Preparados? Então apertem os cintos…

1. To’Ak / Toe-Ahk, Equador (Eur-220,00 por barra de 50g) – O To’Ak é a Ferrari dos chocolates. Aproximadamente 500 barras (numeradas) são produzidas por ano, embalados  manualmente e individualmente entregues dentro de uma caixinha (artesanal) feita da madeira dos barris onde os grãos foram fermentados. “Ao invés de mastigar, deixe que o chocolate derreta por si no céu da boca, o resultado será um sabor rico, profundo e deliciosamente amargo com notas de frutas que aparecem surpreendentemente no final, embora fruta alguma tenha sido usada no processo de fabricação. É um chocolate realmente único como nenhum outro.” descreveu Marissa Conrad, correspondente da Forbes Life.

O chocolate mais caro do mundo
To’aK – O chocolate mais caro do mundo


2. Amedei, Itália (Eur-13,80 por barra de 50g) –
 Amadei Porcelana se chama assim por ser feito com grãos brancos do cacau Criolo, nativo da Venezuela, sendo dele produzidas apenas 20.000 barras (numeradas) por ano, aproximadamente. O sabor é refinado, marcante e permanece no paladar por uns bons minutos. Perfeito para acompanhar vinhos.

Créditos: loosenyourbelt.blogspot.com
50g de Amedei Porcelana (Créditos: loosenyourbelt.blogspot.com)


3. Bonnat, França (Eur-18,58 por barra de 100g) – 
É a chocolateria artesanal mais antiga do mundo (fundada em 1884) que se  mantém verdadeira às suas raízes produzindo inúmeros chocolates maravilhosos mas também o melhor chocolate branco do planeta que leva no mínimo de 75% de cacau puro na receita.

Preconceito com branco? Nem pensar...
Preconceito com branco? Bonnat fará você rever os seus conceitos :)


4. Prestat, Inglaterra  (Eur-15,36 por 175g de trufas) – As trufas de chocolate puro com sal marinho e recheio de caramelo são uma combinação exótica e tênue, combinação esta que arrancou do novelista britânico Roald Dahl suspiros… “Aprendi a amar trufas com a Prestat”, disse ele. Experimente também as trufas de champagne, são soberbas!

5.Royce, Japão (Eur-15,00 por 125g) – Os japoneses também arrasam na fabricação de chocolate… A Royce é uma chocolateria semi artesanal que assina a linha Nama de chocolates com licor. Essa linha precisa se manter refrigerada (entre 5/10°C ) e tem validade de um mês. A apresentação, o design e o conceito da caixa com 20 unidades são uma flecha de cupido de bochecha a bochecha.  Nama de Champagne Pierre Mignon levará você para Fiji e Reims ao mesmo tempo. Mas não fica por aí, a Royce lançou no mercado batatas fritas com queijo e chocolate, que é de sair na pausa e nunca mais voltar.

Nama
Só não ganha o Oscar de melhor do mundo por usar uma quantidade considerável de plástico na embalagem


 

6. Laima, Latvia (Eur-5,50 por barra de 100g) – Também bastante antiga, essa chocolateria artesanal produz os próprios chocolates desde 1870 e conseguiu resistir a sedução das multi-nacionais, mantendo a integridade na categoria. Produz o segundo melhor chocolate branco do mundo (com chá verde e framboesas).

7. Seed and Bean, Inglaterra (Eur-4,50 por barra de 85g) – A Inglaterra aparece aqui na lista pela segunda vez por puro merecimento, pois o chocolate da Seed and Bean é o mais ecologicamente correto da Europa. Cultivo biológico, embalagem, programa de agro-financiamento aos produtores e certificado Fair Trade: a empresa leva todos os prêmios e certificados existentes. Sobre o sabor, a barra de chocolate amargo com sementes de abóbora e óleo de hemp combina sabores que ficarão marcados no palato por dias, sem exagero. O cacau utilizado na fabricação é de origem dominicana, equatoriana e africana (Ilha de São Tomé).

8.  Love Chock, Holanda (Eur 3,50 por barra de 40g) – Nem só de queijo, tulipas e Heineken vive o homem na Holanda. Essa barrinha de chocolate “cru” (raw) é produzida aqui na Holanda e já virou hit no norte da Europa, principalmente nos países nórdicos, onde está fazendo bastante sucesso. O chocolate tem mesmo o gosto de cru, é seco e não derrete na boca de imediato. É diferente e deliciosamente interessante.

Love Shock
Um chock de amor, vai?


9. AMMA, Brasil (Eur-7.00 250g de grãos / Eur-5,80 por barra de 80g) 
– E tampouco só de Lacta, Garoto e Nestlé vive o chocólatra brasileiro… AMMA é uma chocolateria artesanal que vem conquistando o mercado nacional e internacional pela qualidade e originalidade do seu chocolate que também carrega a bandeira da sustentabilidade. O pacote de grãos torrados de cacau é simplesmente obrigatório.

AMMA
AMMA na receita de raviolli
Créditos: pennappetit.com
Degustação de AMMA (Créditos: pennappetit.com)

 

10. Jubileu, Portugal ( Eur4,50 por barra de 100g) – O chocolate Jubileu, apesar de ser encontrado em algumas prateleiras de supermercado em Portugal, tem um sabor tão extremamente artesanal que resolvemos incluir na lista. É produzido pela confeitaria Imperial, fundada no início do século passado e apesar de não ser um chocolate artesanal, a linha Noir tem potencial para estar entre os outros com a mesma faixa de preço citados na lista. A sugestão aqui é comer essa barra de chocolate amargo com pétalas de rosa acompanhada de uma taça de vinho do porto,  olhos fechados, dentro da banheira, com ou sem companhia, imaginando que está no topo da sua montanha preferida… A minha é no Rio Douro.

1 Jubileu
Em Amsterdã, Jubileu pode ser encontrado na delicatessen portuguesa Casa Bocage e alguns dos chocolates da lista podem ser comprados através deste link.

*Fotos gentilmente cedidas pelos fabricantes (exceto especificadas).
Imagem de capa avs/Shutetrstock

Data

21 de January, 2015

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Priscilla Cavalcante

A Priscilla escolheu como mantra a frase de Amyr Klink: "Pior que não terminar uma viagem é nunca partir". Adora mapas e detesta malas. Não perde uma promoção ou um código de desconto e coleciona cartões de fidelidade. Nas horas vagas é diretora de arte, produtora de festas, dj e coletora de lixo nas ruas de Amsterdã. Escreve aqui e no www.almostlocals.com

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Comentários

  • É muita tentação num post só! E uma surpresa também: não imaginava a lista sem Suíça ou Bélgica.
    - Aiade

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