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Um guia prático para lidar com o jetlag

Quem escreveu

Ola Persson

Data

24 de October, 2014

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O jetlag. Aquele amigo chato que causa insônia, dor de cabeça e perda de foco. Facilmente estraga os primeiros dias da viagem.

Quando viajamos entre fusos, o nosso relógio biológico fica dessincronizado e confuso por um tempo, até alinhar com o novo dia. Podemos ajustar cerca de uma hora por dia. Então leva até 5 dias para voltar aos eixos completamente se viajamos para um lugar que tem uma diferença de fuso de 5 horas. Como ir para a Alemanha durante o nosso inverno.

Quem já viajou mais que 3-4 fusos com certeza já sentiu os efeitos do jetlag. Tem os que falam que nem sentem, enquanto outros sofrem muito.

Vários fatores são responsáveis pela sincronização do relógio, os mais óbvios sendo luz e comida. Um pouco de cuidado com os estímulos pode ajudar para que a adaptação seja mais rápida. Não falta teorias e truques no mundo, entanto os que funcionam realmente mexem em alguma forma com esses estímulos.

Temos mais facilidade para atrasar o nosso relógio interno do que adiantá-lo. Atrasando seria ficar acordado até mais tarde, ou seja, viajando da Europa para o Brasil, por exemplo.

PRA FRENTE OU PRA TRÁS

Imagem: dalmingo - shutterstock.com
Imagem: dalmingo – shutterstock.com

Temos mais facilidade para atrasar o nosso relógio biológico 14 horas do que adiantá-lo 10 horas. O limite onde atrasar fica mais fácil que adiantar é por volta de 8 horas para frente.

Viagens em direção ao leste com menos que 8 horas de fuso
Adianta o seu relógio, você vai ter que acordar cedo e tentar dormir cedo. Para facilitar, evite luz na parte de manhã mas procure ficar na luz na parte da tarde.

Viagens em direção ao leste com mais que 8 horas de fuso
Atrase o seu relógio, faça o esforço para  ficar acordado até tarde e tente pegar o máximo que puder de luz do dia.
Viagens em direção ao Oeste
O fuso é para trás, então atrase seu relógio biológico.

COMIDA

Foto: Shaiith - shutterstock.com
Foto: Shaiith – shutterstock.com

Durante o dia a química no corpo muda bastante. Os fatores são vários, e não é apenas um efeito de quanto tempo estamos acordados, outros estímulos externos têm efeito sobre o nosso corpo.

Há vários métodos para melhorar a adaptação. Ao chegar no aeroporto, comece a ajustar as refeições ao fuso do destino. Também tem métodos mais radicais, como comer dia sim dia não durante quatro dias antes da viagem. Supostamente não comer durante 24 horas faz o relógio se reajustar quando voltamos a comer normalmente.

BEBIDAS

foto: Alexey Lysenko - shutterstock.com
foto: Alexey Lysenko – shutterstock.com
Estudos dizem que se tomamos café ou chá na parte “ativa” do dia (de manhã), o nosso relógio biológico volta para uma hora anterior. Se a xícara de café ou chá é ingerido a noite, a reação é a oposta, pulamos uma hora para frente. Curioso mas útil.
Infelizmente para muitos de nós, álcool não ajuda vencer o jetlag. Se beber, pelo menos tente fazer na hora que faria sentido no fuso do seu destino.
Você pode até ajustar o seu relógio já antes de embarcar para facilitar nessas tarefas.

ATIVIDADES

foto: Marcos Mesa Sam Wordley - shutterstock.com
foto: Marcos Mesa Sam Wordley – shutterstock.com
Além de comida nas horas certas, interação social te desperta. Ficar acordado até mais tarde, interagindo com outras pessoas, diminui o sono.

MEDICAMENTOS

Foto: Zemler - shutterstock.com
Foto: Zemler – shutterstock.com
Se o fuso for muito grande, especialmente para frente, algo para dormir pode ajudar. Um Dramin quando não estamos conseguindo dormir na hora, mesmo cansados, pode ser o empurrão para adiantar o sono.
Fontes:
Steve House – Training for the New Alpinism: A Manual for the Climber as Athlete
*Foto destaque: Szűcs László

Quem escreveu

Ola Persson

Data

24 de October, 2014

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Ola Persson

Viaja sempre com uma mochila com camera, laptop e kindle e uma mala pequena de roupas. Nela leva mais uma mala vazia que vai enchendo ao longo da viagem. Não é fã de pontos turísticos, não gosta de muvuca e foge de filas, mesmo que seja para ver algo considerado imperdível. Por isso nunca subiu na Torre Eiffel, mesmo tendo ido várias vezes à Paris. Acredita que uma boa viagem é sentir a cidade como morador. Tanto que foi pra São Paulo em 2008 e ainda está por lá.

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    Vivemos em um mundo de opções pasteurizadas, de dualidades. O preto e o branco, o bom e o mau. Não importa se é no avião, ou na Times Square, ou o bar que você vai todo sábado. Queremos ir além. Procuramos tudo o que está no meio. Todos os cinzas. O que você conhece e eu não, e vice-versa. Entre o seu mundo e o meu.