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Cultura Inglesa Festival traz Lily Allen pra São Paulo

Quem escreveu

Lalai Persson

Data

21 de May, 2019

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Apresentado por

O Cultura Inglesa Festival cresce um pouco a cada ano. E em 2019 não está sendo diferente. O festival retorna à São Paulo com 24 dias de programação, incluindo exposições, debates, workshops, mostra de filmes, performance, teatro, dança e música. A 23ª edição não desaponta tendo como grande estrela a cantora inglesa Lily Allen.

O evento começa no próximo dia 24 de maio, sexta-feira, se espalhando por diversos locais diferentes em São Paulo. Participam o Centro Cultural São Paulo, Instituto Moreira Salles, Instituto Tomie Ohtake, CBB, Teatro FAAP e unidades da Cultura Inglesa. São grandes artistas locais bebendo da fonte inesgotável de autores, personagens e artistas britânicos, reinterpretando a cultura e a arte do Reino Unido.

A programação é toda gratuita. Atentar nos links dos eventos as condições de retirada, todas sujeitas à disponibilidade.

Música

A recifense Duda Beat é destaque ao lado da Lily Allen, no Cultura Inglesa Festival. Foto: Foto: Renato Galvão / @obviousagency
A recifense Duda Beat é destaque ao lado da Lily Allen, no Cultura Inglesa Festival. Foto: Foto: Renato Galvão / @obviousagency

Apesar do festival ter crescido muito nos últimos anos, ainda é a música que sempre associo a ele. E, como sempre, a programação não decepciona. No dia 9 de junho, domingo, o Memorial da América Latina recebe Lily Allen, Duda Beat e Mad Mother’s. A classificação é livre e menores de 14 anos deverão estar acompanhados por um responsável. Os portões abrem às 15h30 e os shows têm início às 16h30.

De 13 a 26 de maio: retirada de ingresso exclusiva para alunos e staff da Cultura Inglesa (2 ingressos por pessoa).
De 27 de maio a 8 de junho: retirada para o público geral (1 ingresso por pessoa).

Locais para retiradas gratuitas – checar aqui. Retirada online será feita no www.livepass.com.br (ou aplicativo Livepass) com cobrança de R$ 6 de taxa de conveniência.

Teatro

Cora Bissett em "What Girls Are Made Of", por Sid Scott
Cora Bissett em “What Girls Are Made Of”, por Sid Scott

Neste fim de semana a programação já começa a todo vapor. Um dos destaques é o espetáculo “What girls are made of”, sucesso no Edinburgh Festival Fringe. A história se passa em 1992 numa cidadezinha chamada Fife, onde uma garota está desesperada para desbravar o mundo. Um anúncio de uma banda procurando por uma cantora a leva para um sucesso inesperado (e pro mundo). Quando se dá conta está fazendo turnê com o Radiohead, balada com o Blur, até o dia em que tudo acaba. A peça é baseada na história real de Cora Bissett, que também atua no espetáculo e com show ao vivo.

What Girls Are Made Of – De 24 a 26 de maio, sexta às 21h; sábado às 16h e 21h e domingo, às 19h – 90 minutos – 14 anos. Os ingressos serão distribuídos com 1 hora de antecedência. Na sexta-feira haverá bate-papo com os artistas após a apresentação. Teatro Faap – Rua Alagoas, 903, Higienópolis.

Serão apresentadas duas peças nacionais: “Intervenção” (Mike Barlett – 80 minutos /12 anos – dias 28 e 29 de maio, às 21h), que é bem atual narrando a história de dois amigos depois que um vai numa manifestação contra a intervenção militar e o outro não vai, deixando a dúvida se ele é a favor da intervenção; e “Heather” (Thomas Eccleshare – 80 minutos / 12 anos – dias 1 e 2 de junho, sábado às 21h e domingo, às 19h). O espetáculo retrata uma reclusa escritora de livros juvenis que torna-se, do dia para a noite, um fenômeno de vendas. As duas peças serão apresentadas no Teatro Cultura Inglesa, Rua Dep. Lacerda Franco, 333, Pinheiros.

Artes Visuais

 

As três galerias do Centro Brasileiro Britânico serão ocupadas por três artistas e suas obras: Caco Galhardo reúne o cartoon e o teatro em sua exposição “Notas de um Sonho de Verão”, inspirado no texto de Shakespeare. Tiago Mestre apresenta a tradição da cerâmica na exposição “Tiger, Tiger”. E David Magila apresenta lança um olhar mais atento às paisagens da vida cotidiana e lugares inóspitos em “Tudo É Dissimulado”.

As exposições acontecem simultaneamente de 25 de maio a 16 de junho, segunda a sexta, das 10 às 19h; sábados e domingos, das 10 às 16h. Classificação livre. Centro Cultural Britânico, Rua Ferreira de Araújo, 741, Pinheiros.

A exposição de destaque do festival é sobre o universo de games. “I, Game – Interpretar, Investigar, Imaginar”, que convida os visitantes a interagir a partir de experiências lúdicas e interativas nas quais será possível conhecer a história, a riqueza e a inteligência existentes por trás do desenvolvimento dos videogames e sua influência na cultura pop. A exposição contará com oficinas e debates. Confira a programação completa aqui.

I, Game – Interpretar, Investigar, Imaginar – de 24 de maio a 16 de junho, terça a sexta, das 10 às 20h; sábados e domingos, das 10 às 18h. Classificação livre. Centro Cultural São Paulo, Piso Flávio de Carvalho, Rua Vergueiro, 1000, Paraíso.

Cinema

I am not a witch - direção: Rungano Nyoni
I am not a witch – direção: Rungano Nyoni

A Mostra Heróis Britânicos apresenta três dias, de 24 a 26 de maio, de maratonas temáticas: Excalibur’s Day com filmes do rei Arthur; Lara Croft Day, com os três filmes da Tomb Raider; e Detective’s Day com filmes de Sherlock Homes. Todos no Centro Cultural São Paulo, Rua Vergueiro, 1000, Paraíso.

A novidade este ano é a Mostra Cine Fachada: “Novos Diretores Britânicos” com exibição de filmes premiados ainda inéditos por aqui. A mostra acontece no Instituto Tomie Ohtake com três estreias originais exibidas ao ar livre:

American Animals (2018, Bart Layton) – 31 de maio, sexta-feira, às 20h – duração 114 minutos / 18 anos 
A Fera (Beast, 2017, Michael Pearce) – 1 de junho, sábado, às 20h – duração 107 minutos / 14 anos
Eu não sou uma bruxa (I am not a witch, 2017, Rungano Nyoni), 2 de junho, domingo, às 20h – duração 93 minutos / 12 anos.

O Instituto Moreira Salles recebe dois curtas nacionais, “Antes que seja tarde” (Leandro Goddinho), e “Vitoriana” (Gabriela Cappelo). Os dois têm 15 minutos de duração cada e serão exibidos no dia 4 de junho, às 20h, seguido de bate-papo com os diretores.

Dança

I M A G I N E. Foto: divulgação

O espetáculo de dança Slow Soul parte de reverberações imagéticas, sonoras e poéticas do álbum “Maxinquaye” do rapper Tricky. O performer Allyson Amaral aborda de maneira entorpecida e experimental o universo sonoro construído pelo músico. De 30 de maio a 02 de junho, quinta a sábado, às 21h; e domingo, às 19h. Duração 50 minutos / Livre.

I M A G I N E (leia em português) é uma criação coreográfica que partiu da canção “Imagine”, de John Lennon e Yoko Ono. Imaginamos esta peça como uma conversa entre a utopia da canção e o nosso mundo atual. Como seguir imaginando um mundo sonhado? De 6 a 9 de junho, quinta a sábado, às 21h; e domingo, às 19h.

Os dois espetáculos serão apresentados no Centro Cultural Britânico, Rua Ferreira de Araújo, 741, Pinheiros.

Mais informações e programação completa aqui.

Quem escreveu

Lalai Persson

Data

21 de May, 2019

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Apresentado por

Lalai Persson

Lalai prometeu aos 15 anos que aos 40 faria sua sonhada viagem à Europa. Aos 24 conseguiu adiantar tal sonho em 16 anos. Desde então pisou 33 vezes em Paris e não pára de contar. Não é uma exímia planejadora de viagens. Gosta mesmo é de anotar o que é imperdível, a partir daí, prefere se perder nas ruas por onde passa e tirar dicas de locais. Hoje coleciona boas histórias, perrengues e cotonetes.

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    Vivemos em um mundo de opções pasteurizadas, de dualidades. O preto e o branco, o bom e o mau. Não importa se é no avião, ou na Times Square, ou o bar que você vai todo sábado. Queremos ir além. Procuramos tudo o que está no meio. Todos os cinzas. O que você conhece e eu não, e vice-versa. Entre o seu mundo e o meu.