De repente, China

A China nos olhos de uma carioca.

Festivais de música

Os melhores festivais de música do Brasil e do mundo num só lugar.

Fit Happens

Aventura, esporte, alimentação e saúde para quem quer explorar o mundo.

Quinoa or Tofu

Restaurantes, compras, receitas, lugares, curiosidades e cursos. Tudo vegano ou vegetariano.

Roteiros 12 horas por Treviso

Explorando cidades do nascer do sol ao fim da noite.

SP24hrs

Porque para amar São Paulo não é preciso firulas.

Um toque de adrenalina

Quem escreveu

Ola Persson

Data

15 de January, 2014

Share

Crédito foto: http://www.flickr.com/photos/thelastminute/
Crédito foto: http://www.flickr.com/photos/thelastminute/

Um dos esportes mais velozes das olimpíadas de inverno é o bobsleigh, com velocidades acima de 125 km/h. A força de gravidade chega a ser 5 vezes além do normal nas curvas. Para quem gosta de velocidade, há vários lugares que oferecem corridas acompanhadas de  um piloto profissional. Não duvidamos que será uma experiência animal com as pernas tremendo um pouco (ou muito) na hora de sair do carrinho. Confira a reportagem no vídeo (a corrida em si começa ao 02:25).

Alguns lugares que oferecem essa dose de adrenalina são:

Para quem não tem ideia do que estamos falando, o bobsleigh de acordo com a wikipedia é:

” […] um esporte de inverno no qual equipes de duas ou quatro pessoas realizam, por meio de um trenó, descidas cronometradas em uma pista de gelo sinuosa e estreita especialmente construída para a competição. O trenó é movido pela força da gravidade, e pode atingir velocidades de até 150 km/h.

Desde 1924, o bobsleigh faz parte dos Jogos Olímpicos de Inverno, como uma competição para equipes masculinas de quatro pessoas. Em 1932, foi adicionada uma segunda modalidade, para equipes compostas de dois homens.”

Quem escreveu

Ola Persson

Data

15 de January, 2014

Share

Ola Persson

Viaja sempre com uma mochila com camera, laptop e kindle e uma mala pequena de roupas. Nela leva mais uma mala vazia que vai enchendo ao longo da viagem. Não é fã de pontos turísticos, não gosta de muvuca e foge de filas, mesmo que seja para ver algo considerado imperdível. Por isso nunca subiu na Torre Eiffel, mesmo tendo ido várias vezes à Paris. Acredita que uma boa viagem é sentir a cidade como morador. Tanto que foi pra São Paulo em 2008 e ainda está por lá.

Ver todos os posts

    Adicionar comentário

    Assine nossa newsletter

    Vivemos em um mundo de opções pasteurizadas, de dualidades. O preto e o branco, o bom e o mau. Não importa se é no avião, ou na Times Square, ou o bar que você vai todo sábado. Queremos ir além. Procuramos tudo o que está no meio. Todos os cinzas. O que você conhece e eu não, e vice-versa. Entre o seu mundo e o meu.